segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O MONGE E O EXECUTIVO resumo do livro


        
        O livro trata da estória de John Dayli, um empresário norte-americano bem sucedido que, em meio à sua azáfama diária, percebe que as coisas estão fugindo um pouco dos seus planos. É influenciado por sua mulher a aconselhar-se com um pastor que, por sua vez, o indica para fazer uma espécie de retiro num mosteiro.  Saber que o lendário Len Hoffman, um ex-executivo renomado, era um dos religiosos do mosteiro, e depois que seria ele o palestrante do “retiro” despertou um maior interesse à participação de John. Ainda, Len tinha o onomástico religioso de Simeão, um nome que o “perseguiu” positivamente em algumas etapas de sua história.
         Eis o encontro: O monge e o executivo. E nesse encontro a história sobre a essência da liderança. Há outros personagens: os participantes/personagens do curso no mosteiro, e também nós, os leitores que se dispõem a aprender sobre a liderança.
         Primeiramente o conceito: “liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir os objetivos identificados como sendo para o bem comum”. Ou seja, habilidade de influenciar pessoas para os objetivos comuns. Isso faz-nos compreender a diferença entre gerenciar coisas e liderar pessoas.
         Nesse sentido, é comum diferenciar autoridade e poder. Enquanto na autoridade a pessoa exerce liderança sobre as pessoas influenciando-as a fazerem de boa vontade suas tarefas; no poder, as pessoas são coagidas ou forçadas a agirem. O líder é seguido espontaneamente porque sua presença exala confiança, amor, sacrifício e exemplo na sua maneira de servir o outro.
Para liderar você deve servir.” Essa forma de pensar rompe com antigos e suscita novos paradigmas, como o de colocar o cliente em primeiro lugar no modelo piramidal da administração. Pode-se dizer então que a essência da liderança está no servir.
Mas servir de que forma? Com amor, com Amor Ágape, que reúne em si comportamento e escolha a partir dos seus sinônimos: paciência, bondade, humildade, respeito, generosidade, perdão, honestidade, compromisso.
O líder deve preocupar-se em fornecer o ambiente certo e as condições para os liderados fazerem suas escolhas. Não se pode mudar ninguém, porém, a comunicação do líder pode influenciar as escolhas dos liderados, desde o seu próprio exemplo até o estabelecimento de normas. Investir e “exigir” na vontade é mais interesse e produtivo do que na atividade do liderado.
Através da vontade “as escolhas que fazemos aliam ações às intenções”. Quando então “os pensamentos tornam-se ações, ações tornam-se hábitos, hábitos tornam-se caráter e nosso caráter torna-se nosso destino”.
“O líder que opta pela autoridade e influência precisa fazer muitas escolhas e sacrifícios”, em vista do seu “servir com amor”. É uma tarefa dinâmica e que sempre sugere renovação e atualização.
Sobretudo, é preciso enfatizar a alegria de um bom líder, como “a satisfação interior e a convicção de saber que está verdadeiramente em sintonia com os princípios profundos e permanentes da vida”.
Eis o líder: aquele que tem a habilidade de influenciar pessoas através do seu comportamento de servir com amor, Caminho que exige sacrifício e doação de si; Elege e desperta a vontade para tornar o agir habitual e intencional; E tem a alegria como recompensa desse dinâmico processo, que o faz diferenciar ser alegre e estar feliz a partir do que faz.

“A essência do amor é a doação de si” (Edith Stein)

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